quinta-feira, 17 de junho de 2010

17/06/2010

A Pedra

O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projétil.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já, Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...

E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.

Independente do tamanho das pedras, no decorrer de sua vida. não existirá uma, que você não possa aproveitá-la para seu crescimento espiritual. Quando a sua pedra atual, tenho certeza que Deus irá te dar sabedoria, para mais tarde você olhar para ela, e ter orgulho da maravilhosa experiência que causou em sua vida, no seu crescimento espiritual.

AUTOR DESCONHECIDO.

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  2. Caros amigos.

    Ferindo a lei 9.610 (Direitos autorais). Esse meu poema: A pedra. Circulava como de autor desconhecido ou com o nome de plagiadores , Induzindo as pessoas a reproduzirem versões alteradas (como a aqui postada). Seguem aparecendo como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa, sem citar a autoria...
    O real autor é Antonio Pereira Apon. Todos os esclarecimentos em: http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html ou http://recantodasletras.com.br/poesias/276888

    A forma original do poema:

    O distraído, nela tropeçou,
    o bruto a usou como projétil,
    o empreendedor, usando-a construiu,
    o campônio, cansado da lida,
    dela fez assento.
    Para os meninos foi brinquedo,
    Drummond a poetizou,
    Davi matou Golias...
    Por fim;
    o artista concebeu a mais bela escultura.
    Em todos os casos,
    a diferença não era a pedra.
    Mas o homem.

    Título: A pedra
    Nome do autor: Antonio Pereira Apon
    Link oficial: http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html

    Solicito a cooperação na Correção do conteúdo, incluindo os créditos necessários ou a exclusão do mesmo, para que o poema não siga equivocadamente como de "autor desconhecido" ou com outras possíveis distorções quanto a real autoria.

    Se possível, conto com a colaboração na divulgação desses esclarecimentos em Blogs/Sites e Redes Sociais.

    Um grande abraço.

    Antonio Pereira Apon


    Inclusive, já está disponível a nova edição do livro: Essência (onde foi originalmente publicado esse poema em 1999):
    http://www.agbook.com.br/book/139532--Essencia ou http://www.clubedeautores.com.br/book/139532--Essencia

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